
Nos Açores,
muito graças ao actual governo, não foi realizada a política de mega-agrupamentos escolares, não se fundiu escolas num raio de centenas de
quilómetros, até porque a nossa geografia não o permite, o que foi feito foi
agrupar alunos de escolas relativamente pequenas numa única escola, não muito
distante, dotada de melhores meios, equipamentos e com uma gestão mais eficaz
dos recursos.
As escolas
desocupadas foram reaproveitadas pelas autarquias para desenvolver outros
projectos, ou para albergar sedes de inúmeras instituições. Desta forma
economizou-se, na construção de novas infraestruturas, e devolveu-se à
comunidade espaços para uso social.
A meu ver as declarações foram em grande parte
populistas, movidas pelo desejo de agradar o comodismo de alguma população. Uma
escola de proximidade não significa ter uma escola em cada freguesia, ou em
cada bairro, se for este o significada que lhe atribuem sugiro que a líder do
PSD/A, enquanto Presidente da CMPD, altere as regras de licenciamento de
edifícios de apartamentos e urbanizações para que estes obrigatoriamente
contemplem um espaço para uma escola, cresce, jardim-de-infância, etc.